Como estruturar a meritocracia na sua empresa

Viviane Burdinski

Viviane Burdinski

De acordo com o dicionário de Oxford, a meritocracia pode ser definida como “predomínio numa sociedade, organização, grupo, ocupação etc. daqueles que têm mais méritos (os mais trabalhadores, mais dedicados, mais bem dotados intelectualmente etc.)”.

Quantificar os méritos de um colaborador não é tão simples quanto parece. Existem uma série de fatores que precisam ser levados em consideração.  Para tornar o processo mais justo e transparente, existem algumas métricas fundamentais, que adaptadas aos objetivos da empresa podem ser um excelente ponto de partida. 

Resultado de Metas: Quando falamos de mérito é inevitável levarmos em consideração o desempenho do funcionário. Uma forma de tornar isso tangível é através da análise da porcentagem de metas atingidas. É claro que para isso, é preciso primeiro compreender como definir e quantificar as metas. 

Alinhamento Cultural: Quais as competências esperadas para determinado cargo? Aqui é preciso compreender a missão da empresa e o quanto esse colaborador se encaixa com o propósito. 

9Box: Com o resultado dos dois tópicos acima, é feito o cruzamento dos dados. A soma dos dois fatores enquadra o colaborador em um dos 9 boxes, que trazem um indicador de performance. 

O terceiro eixo

 

É uma forma relativamente simples de ser colocada em prática e muito eficiente. Porém, existe um ponto nesse método que exige atenção. “Às vezes uma determinada área pode cumprir todas as metas mas deixa um monte de passivos. Descumpriu lei trabalhista, horas extras, cotas de PcD’s… Será que isso tem que ficar de fora?” questiona Adilson Belleti, Consultor Empresarial na Simples Gestão Empresarial

Levando isso em consideração, Belleti sugere a inclusão de um terceiro eixo nessa avaliação: “Além do resultado de metas e do alinhamento cultural, é preciso analisar o quanto o colaborador está em compliance, o quanto ele cumpriu as regras, as normas, a legislação relativas à atividade que ele executa na empresa”, afirma. 

Ter um modelo meritocrático robusto e estruturado traz diversos benefícios. Além de permitir uma gestão efetiva e eficaz, promove o monitoramento e gestão de compliance, alinhando as metas ao planejamento estratégico da empresa. 

Clique aqui para assistir a palestra na íntegra

 

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